Criada pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), a Cogef tem como objetivo principal coordenar os aspectos técnicos dos programas de modernização da gestão de impostos em todo o País. A partir de debates e palestras sobre estudos de finanças, tecnologia da informação e eficiência na gestão financeira, o encontro busca promover a integração entre as autoridades fiscais para aprimorar o trabalho desenvolvido pela Gestão Fazendária.
No segundo dia de evento, o diretor-presidente do Bandes, Marcelo Saintive, apresentou o painel “Gestão do Fundo Soberano do Espírito Santo”, junto com Daniel Correa, consultor do Tesouro Estadual e gerente geral de Finanças da Secretaria da Fazenda do Espírito Santo, e Marcos Amaral Vargas, diretor de Gestão de Recursos de Terceiros do Banestes. A palestra apresentou o Funses aos participantes, abordando a relevância estratégica do Fundo para o desenvolvimento da economia no Estado.
“O Fundo Soberano do Espírito Santo tem um papel crucial no fomento ao desenvolvimento econômico sustentável do Estado. Ao investir estrategicamente seus recursos, o Funses, além de promover a estabilidade financeira, impulsiona iniciativas que beneficiam diretamente a comunidade capixaba, incentivando setores-chave e contribuindo para um futuro próspero e estável”, afirmou Marcelo Saintive.
Além disso, a presença do Bandes mostra a importância do Fundo Soberano como uma ferramenta que impulsiona o desenvolvimento econômico do Espírito Santo, destacando seu impacto no crescimento dos negócios capixabas e na geração de empregos e renda.
Conheça o Fundo Soberano do Espírito Santo
Concebido em 2019 pelo Governo do Estado, o Fundo Soberano tem o objetivo de garantir uma gestão responsável e de longo prazo das receitas provenientes da exploração dos recursos de petróleo e gás natural do Estado, beneficiando as gerações atuais e futuras.
Oriundos do Fundo Soberano, dois produtos foram disponibilizados para benefício de toda a sociedade capixaba. Uma parte do Fundo é destinada para uma poupança intergeracional e a outra para ações voltadas ao desenvolvimento. Por esses mecanismos do Funses, demais instrumentos podem ser projetados e desenvolvidos, como é o caso do FIP Funses 1 e do Programa Funses ESG de Desenvolvimento.

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