O diretor de Administração, Riscos e Finanças do Bandes, Sávio Caçador, participou de um dos painéis principais, na quinta-feira (14), ocasião em que esteve representando o Governo do Estado capixaba. Já na quarta-feira (13), a diretora Operacional do banco, Gabriela Vichi, também participou de um evento paralelo da programação, voltado ao papel dos bancos de desenvolvimento na promoção de práticas sustentáveis e na transição energética.
Finanças sustentáveis e a transição verde no ES
O pitch conduzido por Sávio Caçador teve como tema central a “Preparação Climática e Sustentabilidade como Estratégia para Enfrentar os Desafios Financeiros dos Governos Subnacionais”. O painel contou também com a participação de representantes do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e do Gap Fund, buscando soluções conjuntas para a integração de temas climáticos às agendas governamentais para uma economia mais sustentável. Nesse espaço, o diretor abordou o papel do Fundo Soberano do Espírito Santo (Funses), como referência de inovação financeira para governos subnacionais enfrentarem os desafios climáticos e econômicos.
Instituído para proteger a economia capixaba da volatilidade dos royalties de petróleo, o Fundo coordenado pelo Bandes é direcionado a investimentos inovadores e sustentáveis, como o Programa Funses ESG Debêntures, que fomentou o ambiente de negócios e a economia regional capixaba, impulsionando empreendimentos compromissados com o desenvolvimento sustentável.
“O Fundo Soberano do Espírito Santo é um mecanismo fundamental para o desenvolvimento sustentável capixaba, de modo que viabiliza o direcionamento de recursos naturais finitos para projetos que contribuam com a inovação local e possam promover a sustentabilidade e a adaptação climática. Nosso objetivo é contribuir para um futuro onde crescimento econômico e responsabilidade ambiental caminhem lado a lado”, frisou Sávio Caçador.
Para Gabriela Vichi, os bancos de desenvolvimento subnacionais têm papel fundamental na discussão da transição climática do Brasil. “Os bancos subnacionais conhecem as peculiaridades e realidades dos territórios onde atuam, portanto possuem maior capacidade de alocar recursos de forma a direcionar esforços para as iniciativas de maior impacto localmente. O Bandes tem se estruturado tanto internamente, como com soluções financeiras estratégicas para contribuir com as ações e metas do Plano de Descarbonização Capixaba. Compartilhar a estruturação da Agenda Climática do Bandes no evento paralelo ao G20 permitiu demonstrar, na prática, como o Banco de Desenvolvimento tem papel central para escalar o impacto das finanças sustentáveis na construção de uma economia resiliente e preparada para o futuro”, ressaltou.
Sobre o G20
O G20 deste ano reúne lideranças de governos, bancos de desenvolvimento e organizações de impacto social em um esforço coletivo para fortalecer as iniciativas de sustentabilidade e resiliência econômica. Além das sessões principais que incluem cerca de 300 eventos, a programação paralela inclui temas fundamentais como financiamento climático, redes verdes e a cooperação entre os países participantes.
A participação do Bandes é tida como parte do compromisso do Espírito Santo com soluções inovadoras, alinhando o estado às principais tendências internacionais de desenvolvimento sustentável e econômico.
Informações sobre linhas de financiamento:
www.bandes.com.br/credito
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Texto: Thaíssa Lannes

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